Eduardo Bolsonaro promete processar Instagram e Facebook por ‘censura’

    Segundo ele, uma publicação sua que criticava uma reportagem da revista Época, foi excluída

    Foto: Arquivo Pessoal/Instagram

    O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou que vai processar o Facebook e o Instagram. Segundo ele, uma publicação sua que criticava uma reportagem da revista Época, foi excluída.

    Na reportagem em questão, um repórter se passou por uma pessoa comum para fazer sessões de coaching com a esposa de Eduardo, Heloísa Bolsonaro.

    De acordo com Eduardo, a mesma publicação foi excluída do Instagram e do Facebook, mas não do Twitter. “Eles cercearam meu direito constitucional a liberdade de expressão ao derrubarem meu post sobre ataques que recebi da Época”, escreveu em suas redes sociais.

    A postagem feita pelo deputado mostrava o rosto de dois jornalistas que trabalhavam na revista e foi derrubada das redes sociais porque estava “fora dos padrões de comunidade”.

    Segundo a revista Exame, geralmente, publicações são barradas no Facebook e no Instagram após receberem denúncias de outros usuários. No último sábado (14), Eduardo publicou uma reprodução de tela do aviso.

    “Com a liberdade vem a responsabilidade e eu respondo por tudo que publico em minhas redes, não cabe ao Facebook/Instagram me censurar previamente em pleno ano de 2019”, completou.

     


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    PORECSSO CONTRA FB/ISNTA. Seguindo o que diz o Prof. Olavo de Carvalho assinei hoje procuração p/ Adv. Roberto Beijato Jr. processar o facebook e instagram. Eles cercearam meu direito constitucional a liberdade de expressão ao derrubarem meu post sobre ataques que recebi da Época na figura da diretora de redação Daniella Pinheiro, editor-chefe Plínio Fraga e jornalista João Saconi. Publicação similar não teve problema no twitter. Com a liberdade vem a responsabilidade e eu respondo por tudo que publico em minhas redes, não cabe ao fcaeobok/isnatgarm me cesnurar previamente em pleno ano de 2019. Que tais atitudes fiquem no passado e que reafirmemos que vivemos numa democracia com liberdades plenas.

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