‘Estamos fechando o ano com as contas equilibradas’, diz titular da Sefaz

    Em balanço do primeiro ano da gestão de Jerônimo, o secretário também destacou os investimentos recordes do governo em áreas como saúde e segurança

    Foto: Romulo Faro / bahia.ba

    Ao realizar um balanço do primeiro ano da gestão Jerônimo Rodrigues (PT), o secretário da Fazenda, Manoel Vitório, destacou os investimentos recordes do governo em áreas como saúde e segurança pública e comemorou o equilíbrio fiscal.

    “Aqui no estado da Bahia nós estamos fechando de novo como segundo estado que mais investe no Brasil. Para os senhores terem uma ideia, o estado de São Paulo, até o último relatório do Tesouro Nacional, estava investindo 6% do seu recurso e o estado da Bahia estava investindo 13%”, informou o titular da Sefaz, nesta terça-feira (26), durante café da manhã com jornalistas, no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador.

    “Para os senhores terem uma ideia da diferença, investindo um pouco mais do que a Bahia percentualmente só o estado do Espírito Santo, com 14%. A Bahia também, em termos percentuais, está em segundo lugar no investimento no Brasil”, acrescentou o secretário.

    Citando orientação do governador a respeito da gestão pública, Manoel Vitório também ressaltou o “desafio” de alcançar a eficiência do gasto público ao mesmo tempo em que se investe em áreas prioritárias.

    “Dentro desse desafio, nós tivemos um crescimento de despesa bastante acentuado, por exemplo, na saúde. A saúde deve bater até o final do ano quase 16% de recurso aplicado, quando a lei fala em 12%. É possível que seja o recorde ou um dos recordes nacionais”, exemplificou o gestor, citando ainda o aumento dos gastos para o combate à violência.

    “O governador precisou ser firme e gastamos muito em horas extras e custeio na segurança pública também para combater o crime, mas estamos fechando o ano com as contas equilibradas, com outro recorde de investimento R$ 7,5 bilhões até o final do mês passado, até o final de novembro de investimentos públicos”, afirmou o titular da Sefaz.

    “É um recorde absoluto, vamos ficar muito distante do terceiro e quarto lugar ou talvez até os dois juntos não consigam pegar o volume de investimento do estado da Bahia, atrás a pena em São Paulo”, concluiu.