Ex de Luiza Brunet nega informação privilegiada de estatal

    Empresário é alvo de deputados em denúncia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) da Câmara Federal como acionista da Eletrobras

    Foto: Divulgação

    Alvo de deputados em denúncia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) da Câmara Federal como acionista da Eletrobras, o empresário Lírio Parisotto negou receber informação privilegiada de privatização da estatal, devido à sua amizade com o senador Eduardo Braga, do MDB do Amazonas, defensor da aprovação da medida provisória que privatiza a estatal, e possível relator do tema no Senado. A informação é da coluna de Guilherme Amado, do portal Metrópoles.

    Parisotto, que teve condenação confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por agredir sua ex-companheira Luiza Brunet, é o principal cotista de um fundo que possui R$ 454 milhões em ações da estatal, de acordo com os dados da CVM mais recentes disponíveis. Segundo registros da comissão referentes a abril, o fundo Geração Futuro L Par tinha 12,2 milhões de ações preferenciais da Eletrobras, que, naquele momento, valiam R$ 36,97 cada.

    Entre 2010 e 2018, Parisotto foi o segundo suplente do senador Eduardo Braga.