Fabrício Oliveira diz que TJ precisa é de mais juízes

    Ele recorre a dados do CNJ mostrando que o gargalo do Judiciário baiano está no primeiro grau, onde 83,9% dos processos ficam parados por falta de juízes ou servidores

    Fabrício Oliveira, conselheiro federal da OAB pela Bahia, diz que a intenção do TJ de ampliar o número de desembargadores em mais 10 é “uma inversão de prioridades”.

    Ele recorre a dados do CNJ mostrando que o gargalo do Judiciário baiano está no primeiro grau, onde 83,9% dos processos ficam parados por falta de juízes ou servidores.

    Juízes de menos — Fabrício aponta também que ainda segundo o CNH, o TJ da Bahia tem gastos orçamentários superiores em 74,8% aos de Pernambuco, mas um número de magistrados maior em apenas 9,7%, e de servidores em 29,5%.

    — Isso revela que há despesas demais para juízes e servidores de menos. Não são novos desembargadores que vão solucionar o caos na primeira instância.