Fantasmas na Codeba criam furdunço na política e no porto de Salvador

    No rififi sobre as idas e vindas no comando da Codeba, surgiu na Assembleia uma conversa que funciona como a cereja do bolo na política

    Frase da vez

     

    “Os fantasmas causam maior medo de longe do que de perto”

    Nicolau Maquiavel, político, filósofo e escritor italiano (1469-1527).

     

    Foto: Divulgação Codeba
    Foto: Divulgação / Codeba

     

    No rififi sobre as idas e vindas no comando da Codeba, surgiu na Assembleia uma conversa que funciona como a cereja do bolo na política. No conjunto de dirigentes da estatal que cuida dos portos de Salvador, Aratu e Ilhéus, tem pelo menos três parrudos fantasmas, daqueles em torno de R$ 12 mil cada, por mês. Todos indicados do PMDB.

    Aliás, se diz nos bastidores que este foi um dos motivos para Pedro Dantas, o indicado de Geddel que pediu demissão no fim de novembro, pegar o boné e ir embora.

    Ele teria pedido o mínimo: que os fantasmas aparecessem e pelo menos fingissem que trabalhavam. Sem sucesso.

    O certo é que os fantasmas estão gerando histórias. Dizem que o falatório é tanto que, ao invés de assustar, estão assustados.

    Será como Job?

    O falatório em torno dos fantasmas do porto já rendeu até piada entre os que conhecem o assunto. Perguntam: “Será que eles são padrão Job?”

    O caso em apreço é uma maldade. Refere-se a Job Brandão, o assessor do deputado Lúcio Vieira Lima que disse na polícia que devolvia 80% do que recebia.