Funcionário de marqueteiros relata roubo de caixa 2 milionário em 2014

    André Santana afirmou que, há três anos, quando saiu do hotel em que recebeu a encomenda, entrou em um táxi que foi parado por uma "equipe"

    Foto: Rodrigo Félix leal/ Futura Press/ Estadão Conteúdo

    Um funcionário do marqueteiro João Santana e de sua mulher Monica Moura contou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer, que foi roubado em São Paulo, em 2014, após receber uma encomenda de cerca de R$ 1,5 milhão em um hotel.

    De acordo com o canal Globo News, André Santana afirmou que, no final de 2014, quando saiu do hotel em que recebeu a encomenda, entrou em um táxi que foi parado por uma “equipe”.

    Ele disse acreditar que, dentro da mala, havia de R$ 1 milhão a R$ 1,5 milhão. “Eles me levaram, colocaram dentro de um veículo que eles estavam… Acredito que eles estavam me seguindo. Me levaram por alguns metros, passavam por cima de meio-fio, e depois pararam e me largaram. Eu só sei que estava muito nervoso. Peguei um táxi e voltei para o hotel que eu estava e comuniquei à senhora Mônica o ocorrido”, disse.

    Segundo ele, eram duas pessoas na frente, em um carro preto. “Eu me lembro que eles se comunicavam afirmando que tinham pego e que deu certo, acredito, a atuação deles e levaram essa remessa, esse dinheiro”.

    Perguntado no depoimento sobre a que se referiam os pagamentos em dinheiro que recebia, ele respondeu que Monica “comentou que esse dinheiro fazia parte da campanha que a gente estava atuando (..) atuando no ano. No caso, presidencial”.