H1N1: a gripe é um perigo bem maior do que se pensa

    O coordenador de Imunização de Doenças Imunológicas Previsíveis da Sessab, Ramon Saavedra, foi a Comissão de Saúde da Assembleia nesta terça para falar sobre a doença

    Foto: Fotos Públicas/GOVRS

    Ramon Saavedra, coordenador de Imunização de Doenças Imunológicas Previsíveis da Sesab, foi a Comissão de Saúde da Assembleia nesta terça-feira para falar sobre a H1N1, a gripe que mata. Lá, ele pontuou uma série de questões. Duas delas:

    1 — O governo recebeu uma partida de três milhões de doses para a campanha de vacinação já em andamento.

    2 — Quando a gripe surgiu em 2009, lá no Japão, a Bahia registrou 509 casos, com 19 óbitos; em 2016 foram 125 casos, com 31 óbitos, e este já são 53 casos, com 12 óbitos:

    — Ou seja, a situação recomenda cuidado.

    Fato curioso: quem convocou o encontro foi o deputado estadual Alex da Piatã (PSD), que não apareceu dizendo estar doente. Será a H1N1?