Imbassahy ainda pode ser ministro na vaga de Geddel

    Tucanos diziam ontem que quem apostar em Imbassahy estará comprando boa pule

    Foto: PSDB/Divulgação.

    O agitado fim de semana em Brasília voltou a subir o cacife de Antônio Imbassahy para a vaga de Geddel na Secretaria de Governo.

    Bombardeado pela Lava Jato, Temer teme perder o apoio amplo dos tucanos no ajuste fiscal e a reforma da Previdência. E o Centrão, que reagiu pesado semana passada, se acalmou mais.

    Tucanos diziam ontem que quem apostar em Imbassahy estará comprando boa pule.

    Medrado na fila

    Se Imbassahy fosse ou for confirmado como ministro, ia provocar um pequeno furdunço baiano. A questão: a cadeia de suplente da coligação “Unidos por uma Bahia Melhor”, que o elegeu (DEM, PMDB, PTN, SD, Pros, PRB e PSC) tem como primeiro suplente Luiz Argolo (SD), como segundo, o pastor Luciano Braga (DEM), como terceiro, Colbert Martins (PMDB) e como quarto, Marcos Medrado (SD).

    Luiz Argolo está preso, não pode, pastor Luciano deve assumir a vaga de Tia Eron (PRB), que vai ser secretária de Neto.

    O subsequente é Colbert, eleito vice-prefeito de Feira, e o quarto, para quem sobraria a vaga, é Medrado, aliado de Rui Costa.

    Embora tenha apoiado Rui Costa, Marcos Medrado era do Solidariedade, que fechou com Paulo Souto.