Jaques Wagner exalta prestígio internacional de Lula e celebra turnê do NEOJIBA na China

    Para o senador, a recepção em Washington com tapete vermelho simboliza a recuperação da autoestima nacional

    Foto: Daniel Serrano/ Bahia.ba

    O senador Jaques Wagner (PT) manifestou entusiasmo com o atual momento da política externa brasileira e os frutos de projetos sociais e culturais da Bahia no exterior. Em conversa com a imprensa neste sábado (9), o parlamentar comentou sobre o recente encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, além de celebrar a projeção internacional do programa NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia).

    Para Wagner, a recepção de Lula em Washington com “tapete vermelho” simboliza a recuperação da autoestima nacional e o reconhecimento do Brasil como um ator global relevante. O senador ironizou as tentativas da oposição de desgastar a imagem do país no exterior.

    “O presidente foi recebido na porta da Casa Branca e conversou três horas com o presidente americano, saindo de lá carregado de elogios. Para quem, um tempo atrás, estava nos impondo um ‘tarifaço’ injusto, agora há o reconhecimento da grandeza do Brasil. Temos um estadista que prega a paz pelo mundo”, afirmou o senador. Segundo ele, o encontro desfez o “castelo de cartas” da oposição, que teria tentado “bater continência para a bandeira americana” enquanto falava mal do governo brasileiro.

    Do Parque do Queimado para a China

    Além do cenário diplomático, Jaques Wagner destacou a dimensão social do NEOJIBA, que se prepara para uma turnê histórica na China. O senador fez questão de lembrar que o programa é fruto de uma “semente plantada em 2007”, durante o seu primeiro mandato como governador da Bahia.

    A turnê pela Ásia terá um significado especial para as relações entre Bahia e China, com apresentações programadas inclusive em Shenzhen, sede da BYD — empresa que assumiu o complexo industrial de Camaçari.

    “Eu fui convidado e quero dizer que vi uma semente plantada lá atrás florescer. Agora, vemos jovens da periferia de Salvador, de Feira de Santana e do interior brilhando no estrangeiro”, celebrou Wagner.

    O senador pontuou que o sucesso da orquestra baiana no exterior é a prova da eficácia de políticas públicas de longo prazo que unem cultura, educação e inclusão social.