Jerônimo fala sobre ‘virar votos’ para possível reeleição de Lula

    Segundo o governador, o partido acredita que possível vitória do presidente Lula não seja baseada nos votos de abstenção e relembrou eleição de Jaques Wagner

    Jerônimo falou sobre "virar votos" durante entrega de ônibus para municípios baianos (Foto: bahia.ba)

    O governador reeleito Jerônimo Rodrigues (PT) comentou sobre as pesquisas eleitorais para a escolha de Presidente da República no segundo turno e disse que “a expectativa nossa é que a gente possa garantir que a gente possa virar voto” durante evento de entrega ônibus escolares para municípios do estado, nesta quarta-feira (21).

    Segundo o governador, o partido acredita que a possível vitória do presidente Lula não seja baseada apenas nos votos de abstenção, mas também em votos que, inicialmente, foram dados ao senador e candidato Flávio Bolsonaro (PL).

    “Quem vai resolver a situação da eleição para o Lula é, justamente, virar o voto, aquele voto que foi para o 22, que ele estava, digamos assim, não foi bem convencido, não foi bem conversado”, analisou.

    Governador da Bahia relembra eleição de Jaques Wagner

    Falando sobre as pesquisas eleitorais, Jerônimo relembrou eleição de Jaques Wagner (PT) para governador da Bahia, em 2006.

    “Todo mundo percebe que nas apurações, nas pesquisas, têm aparecido com o cenário muito apertado, mas nós da Bahia a gente conhece muito bem de pesquisa”, comentou. “Desde a pesquisa primeira de Jaques Wagner, de 2006, que a gente nem aparecia. A de 2006 era pior. Muitos de nós, dos partidos políticos, nem acreditavam que chegasse perto.”

    O governador da Bahia também relatou que o acirramento se reflete nas pesquisas internas. De acordo com ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na frente em alguns dias, mas, em outros, o resultado é o empate técnico.

    Jerônimo defende manifestações populares

    O governador Jerônimo Rodrigues também defendeu as manifestações em prol da reeleição de Lula que estão acontecendo em todo o país e disse que elas não estão acontecendo sem intencionalidade.

    “Elas têm uma motivação. A juventude sabe o que tá fazendo. Os professores sabem o que estão fazendo. Os idosos também têm conhecimento do que pode acontecer. Então, pode ser até um ato é natural, porque estão indo sem qualquer chamamento institucional, mas tem, sim, intencionalidade.