O governador e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), participou, na noite da última terça-feira (15), de uma caminhada pelas ruas do Centro Histórico de Salvador. O ato reuniu a ministra da Cultura, Margareth Menezes, e representantes do setor cultural.
Durante o cortejo, Jerônimo defendeu a ampliação das políticas públicas para o setor e afirmou que a cultura deve ser tratada também como instrumento de geração de emprego e renda.
“A cultura da Bahia é uma das maiores forças do nosso estado. É a nossa identidade, é trabalho, é renda, é oportunidade. E o nosso compromisso é fazer essa política chegar a todos os municípios, valorizar quem produz cultura e garantir que artistas, trabalhadores e fazedores de cultura tenham cada vez mais espaço e apoio”, afirmou o governador.
De acordo com Jerônimo, a proposta é ampliar as ações culturais para os municípios baianos, com medidas voltadas à formação de artistas e trabalhadores do setor, além do fortalecimento dos equipamentos culturais.
O governador também destacou a retomada das políticas culturais do governo federal durante a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao falar sobre o período em que o Ministério da Cultura foi extinto, o governador afirmou que a atividade cultural continuou mesmo sem a estrutura ministerial.
“No governo passado, acabaram com o Ministério da Cultura, mas ninguém acaba com a cultura quando acaba com o ministério. A cultura permaneceu viva. Foi preciso que Lula voltasse, que Margareth assumisse ministério, para nós darmos voz à cultura”, declarou.
Propostas para o setor cultural
Entre os compromissos apresentados durante a agenda estão ações de formação para artistas e trabalhadores da cultura, investimentos em equipamentos culturais e iniciativas para ampliar a capacidade do setor de gerar trabalho, renda e inovação.
O projeto também prevê o fortalecimento de manifestações populares e de grupos como bandas marciais, fanfarras e filarmônicas, além da valorização das diferentes identidades culturais presentes nos territórios baianos.
“Quando a gente fala de cultura, a gente está falando de identidade, mas também está falando de oportunidade, emprego e de renda. A Bahia tem uma potência cultural enorme e o nosso papel é garantir que essa força esteja presente em todos os territórios, valorizando quem faz cultura e levando investimento para quem precisa”, acrescentou Jerônimo.

