Publicado em 17/08/2026 às 19h29.

João Roma defende ampliação de programas sociais e proteção ao BPC

Ex-ministro da Cidadania diz que pretende levar ao Senado agenda voltada a famílias vulneráveis

Redação
Foto: Max Haack

 

Candidato ao Senado pela Bahia, o ex-ministro da Cidadania João Roma (PL) defendeu nesta segunda-feira (17) a ampliação de programas de transferência de renda e afirmou que pretende levar ao Senado uma agenda voltada à proteção de famílias em situação de vulnerabilidade.

Em entrevista à Rádio Princesa FM, Roma destacou a defesa do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e de políticas destinadas a mães atípicas. Também criticou, segundo sua avaliação, a falta de reajuste do Bolsa Família nos últimos anos.

“Eu quero lutar para que a gente possa ampliar os programas sociais, proteger o BPC, o Benefício de Prestação Continuada, que atende inclusive muitas mães atípicas e famílias que precisam dar amor e carinho para os seus entes queridos e que, a cada momento, sofrem restrições nos programas de suporte”, afirmou.

Experiência no Ministério da Cidadania

Roma relembrou sua passagem pelo Ministério da Cidadania e destacou medidas adotadas durante sua gestão na área de transferência de renda.

Segundo o candidato, o benefício, que anteriormente girava em torno de R$ 180, chegou a um valor mínimo de R$ 600 durante o período em que esteve à frente da pasta.

“Quando tivemos a oportunidade de estar no Ministério, conseguimos ampliar os programas sociais e reforçar programas que ajudam as pessoas que mais precisam. O Bolsa Família saiu de cerca de R$ 180 para um mínimo de R$ 600”, disse.

Transferência de renda e emprego

O candidato também defendeu que os programas sociais sejam estruturados para funcionar como uma proteção temporária e, ao mesmo tempo, estimular a entrada dos beneficiários no mercado formal de trabalho.

Roma citou como exemplo uma medida adotada durante sua gestão no Ministério da Cidadania que permitia a permanência temporária no programa de transferência de renda para beneficiários que conseguissem emprego com carteira assinada.

Na avaliação do ex-ministro, a política de transferência de renda deve combinar proteção social e mecanismos capazes de ampliar a autonomia financeira das famílias.

“Sabemos a importância que os programas sociais têm na vida, especialmente do cidadão baiano, dada a desigualdade que existe no nosso estado. Quero estar no Senado para defender essas pessoas e trabalhar para ampliar esse suporte”, declarou.

 

 

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