Publicado em 30/07/2026 às 14h46.

João Roma diz que governo abandonou o Extremo Sul da Bahia

Ex-ministro criticou a falta de investimentos em infraestrutura, saúde e educação, além de apontar problemas na segurança pública

Redação
Foto: Divulgação

 

O candidato ao Senado e presidente do PL na Bahia, João Roma, afirmou nesta quinta-feira (30) que o Extremo Sul da Bahia enfrenta abandono por parte dos governos do PT. Durante entrevista à Rádio Eldorado FM, de Teixeira de Freitas, o ex-ministro criticou a falta de investimentos em infraestrutura, saúde e educação, além de apontar problemas na segurança pública e nos conflitos fundiários da região.

Segundo João Roma, o governo da Bahia não tem priorizado o desenvolvimento do Extremo Sul, apesar do potencial econômico da região.

Críticas à infraestrutura e conflitos fundiários

“O nosso Extremo Sul tem tantas potencialidades e isso infelizmente não tem sequer sido projetado ou um pouco defendido pelo atual governo. Você chega no Espírito Santo, estado vizinho e próximo à região, e parece que chegou em outro país. O governo da Bahia virou as costas para o Extremo Sul e não tem conseguido dar o mínimo de dignidade para nossa nossa população, como na assistência básica dos serviços de educação e de saúde”, disse Roma.

O presidente do PL na Bahia também afirmou que produtores rurais convivem com insegurança em razão dos conflitos por terras. Sem apresentar provas durante a entrevista, Roma atribuiu o cenário à atuação de movimentos ligados à esquerda e acusou os governos petistas de serem coniventes com invasões de propriedades.

“Eles têm aprimorado seus métodos, têm inclusive utilizado populações em fragilidade como pessoas sem terra, como indígenas e, dessa maneira, têm dificultado também a ação da polícia”, comentou João Roma.

Segurança pública

Ao abordar a segurança pública na Bahia, o candidato ao Senado defendeu os policiais militares e civis e afirmou que falta apoio do governo estadual às forças de segurança.

“Nós temos bons profissionais na polícia do estado da Bahia, mas infelizmente eles não têm encontrado respaldo do governo para trabalhar e ter uma presença de forma a dar a cada um que está aqui na Bahia a possibilidade de viver do suor do seu trabalho, que possa realmente sair de casa e andar com a cabeça erguida e não ficar acuado e com o coração na mão porque, a qualquer momento, pode chegar um grupo desse de criminosos para não só levar seus bens, mas muitas vezes também ceifar sua própria vida”, declarou João Roma.

 

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