Justiça manda Facebook excluir publicação de general da reserva contra líder do MST

    Juíza afirmou que texto promovia 'conteúdo inverídico'

    Foto: Divulgação/Facebook

    Sob multa diária de R$ 500, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou que o Facebook exclua uma publicação do general da reserva Paulo Chagas contra um dos fundadores do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Em postagem, Chagas ligou João Pedro Stédile aos incêndios no Pantanal.

    O caso foi julgado pela juíza Elaine Faria Evaristo. Em sua análise, ela afirmou que o texto promovia “conteúdo inverídico”. Chagas classificava Stédile como terrorista e afirmava que ONGs e tribos indígenas teriam envolvimento em possíveis crimes ambientais.

    Ao projeto Comprova, o general da reserva afirmou que publicou o conteúdo após recebê-lo pelo WhatsApp, mas disse desconhecer a sua origem. As informações são da coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.