Lá se foi o Horácio Brasil, uma boa figura do bem

    Figurava afável, certa feita lhe perguntaram se ele, na sua militância empresarial, já tinha sofrido alguma manifestação de racismo

    Foto: Divulgação

    Negro, o empresário Horácio Brasil, que ontem nos deixou, aos 68 anos, nunca foi ligado ao candomblé e nem a movimentos afro, mas apoiava no geral grupos de combate ao racismo, para ele “um atraso moral de grande parte da humanidade”, e em particular o Instituto Cultural Beneficente Steve Biko, um projeto educacional para negros.

    Figurava afável, certa feita lhe perguntaram se ele, na sua militância empresarial, já tinha sofrido alguma manifestação de racismo. A resposta foi taxativa e enfática:

    — Demaaaais!