Mansur repudia agressão a Aroldo Félix e exige apuração rígida

    Candidato do PSOL classificou ação policial contra o postulante da UP como 'inadmissível'

    Foto: Divulgação

    O candidato a federação PSOL/Rede ao governo da Bahia, Ronaldo Mansur (PSOL), comentou na manhã desta quarta-feira (2) sobre a agressão sofrida por Aroldo Félix, postulante ao Palácio de Ondina (UP).

    Em entrevista exclusiva ao bahia.ba, Mansur destacou a necessidade de apuração rígida sobre o assunto e repudiou o ato de violência, classificando como “inadmissível”, revelando temor por uma possível naturalização da violência contra candidatos.

    “É inadmissível a agressão contra um cidadão, contra um candidato ao Governo do Estado. Chegamos ao limite do insuportável, porquê se a gente naturaliza isso, vai virar regra, vai virar lei agredir a uma pessoa que disputa um cargo maior do Estado. Exigimos apuração rígida sobre o caso e irei cobrar”, disse Mansur.

    Aroldo Félix é atingido

    Félix participava de manifestação ao lado de entregadores de aplicativo na Avenida Paralela, em Salvador, quando foi atingido pelo disparo de borracha. Segundo o postulante, o responsável pela agressão foi um policial militar.

    Para a imprensa, a UP afirmou que a atuação da Polícia Militar foi “completamente desproporcional e violenta”, denunciando disparos de balas de borracha contra os manifestantes.

    Nova manifestação

    Na nota divulgada, a UP defendeu a “desmilitarização imediata das polícias” e relacionou a proposta ao combate à violência policial na Bahia e à proteção da juventude negra.

    A campanha aproveitou para convocar apoiadores e simpatizantes para um ato marcado para esta quarta-feira (2), às 16h, no bairro do Uruguai, em Salvador.

    Segundo a organização, a manifestação será realizada “pelo fim de todas as formas de violência às quais a nossa população é submetida, dos feminicídios à repressão policial”.