Marcelo Maia nega envolvimento em investigação que resultou na prisão de sua assessora

    "Não há qualquer tipo de investigação relacionada às condutas do edil", diz nota enviada pela assessoria de imprensa do parlamentar

    Foto: Valdemiro Lopes/CMS

    O vereador Marcelo Maia (PMN) negou qualquer tipo de participação na investigação das polícias Federal e Civil, deflagrada na manhã desta terça-feira (17), que resultou na prisão da sua assessora, ex-esposa de um homem investigado por homicídio e tráfico de drogas. Em nota encaminhada à imprensa, o parlamentar esclarece que “não há qualquer tipo de investigação relacionada às condutas do edil”.

    “Trata-se de uma operação deflagrada pela Polícia Federal, com foco em uma liderança comunitária, presidente de uma Associação de Moradores, que atua na região do bairro do Engenho Velho de Brotas pelo gabinete do vereador”, afirma nota enviada pela assessoria de imprensa, nesta tarde.

    A 5ª fase da Operação Noise se estendeu ao bairro de Engenho Velho de Brotas, principal reduto eleitoral de Maia. Além dos bairros de Piatã, Tororó, Imbuí e na avenida ACM.

    A ação agitou os corredores da Câmara Municipal de Salvador (CMS) e o gabinete de Maia resultou na “análise de documentos e computadores utilizados pela servidora. A Polícia Federal ressaltou que não há nenhum tipo de irregularidade relacionada às atividades do vereador Marcelo Maia”, enfatizou o comunicado.

    O parlamentar ressalta a “sua integridade e sério compromisso com suas atividades parlamentares; colocando-se ainda à disposição para colaborar com as investigações e com quaisquer outros esclarecimentos necessários”.

    De acordo com a Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP-BA), a assessora de Maia é suspeita de integrar um grupo criminoso investigado por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Mais de 200 policiais civis participam das diligências, por meio do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco).