Marcus Presídio: a trajetória singular

    Pessoal do PT não quis na Embasa. Acabou no TCE. Bendita resistência

    Marcus Presídio, novo presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), é dono de uma trajetória singular. Filho do ex-deputado Fernando Presídio, que morreu em 1982 no acidente com o helicptero de Clériston Andrade, começou a trabalhar na Assembleia aos 16 anos, como officeboy, levado por Luis Eduardo Magalhães. Formou-se em direito, fez carreira na própria Assembleia e conseguiu uma proeza: ficou 18 anos como diretor administrativo da Casa. O primeiro presidente da Assembleia que foi seu chefe é Antonio Honrorato, hoje seu vice no TCE.

    Figura séria, reputação ilibada, dizem na Alba que Presídio deu certo pela contramão. Marcelo Nilo, então presidente queria emplacá-lo como presidente da Embasa. Houve resistência do PT, e Presídio foi para o TCE. Bendita resistência.