Mascarenhas lamenta pouca exploração do supercomputador

    “Nós levamos dois anos estudando, conhecendo os programas que iria alimentá-lo. Tudo isso foi jogado fora”, lamenta ex-presidente da Fieb

    Levando a vida como diretor da Odebrecht e afastado dos debates empresariais desde que perdeu a reeleição na Fieb para Carlos Farias (que morreu e abriu espaço para o vice e atual presidente, Ricardo Alban), José de Freitas Mascarenhas tem uma queixa: o supercomputador que ele comprou, um dos três mais potentes do mundo, não está sendo aproveitado como deveria:

    — Nós levamos dois anos estudando, conhecendo os programas que iria alimentá-lo. Tudo isso foi jogado fora.

    Mascarenhas disse que nunca conversou com a atual diretoria da Fieb.