Ministro da Educação é pressionado a apoiar reforma administrativa, diz coluna

    Camilo Santana, do PT do Ceará, ouviu de Elmar Nascimento que deveria apoiar a reforma para tornar gestão “meritocrática”

    Foto: José Cruz/Agência Brasil

    De acordo com a coluna Guilherme Amado do Metrópoles, o ministro da Educação, Camilo Santana, tem sido pressionado pelo Centrão a apoiar a reforma administrativa, projeto da gestão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) que líderes querem desengavetar na Câmara dos Deputados. A coluna aponta que em conversa com um parlamentar importante do União Brasil, o petista chegou a ouvir que deveria seguir o exemplo do sistema de educação do Ceará, estado em que foi governador, em que é valorizada a “meritocracia”, e transpor isso também aos serviços públicos a nível federal.

    O Metrópoles ainda aponta que esse é o argumento defendido por parlamentares para defender a PEC 32, do governo Bolsonaro, com medidas que flexibilizam a estabilidade de servidores e permitem a terceirização em alguns cargos. Após se frustrarem com a demora da reforma ministerial, que aconteceu na última quarta-feira (6), líderes do Centrão começaram a articular para trazer a reforma administrativa de volta à pauta.