Publicado em 27/04/2026 às 16h38.

Muniz afirma que acusação contra vereador sem provas configura ‘ato ilícito’

Presidente de Casa afirma que se uma denúncia foi feita o "Conselho de Ética vai tomar providências”

Gabriela Encinas / André Souza
Foto: André Souza / bahia.ba

 

O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), o vereador Carlos Muniz (PSDB), afirmou na tarde desta segunda-feira (27) que a acusação feita por uma mulher, identificada com Ingrid da Mata, contra o vereador Sílvio Humberto (PSB) não apresenta provas concretas. Segundo ele, os vídeos divulgados pela denunciante configuram um “ato ilícito”, já que não há comprovação das alegações apresentadas.

Muniz informou ainda que, caso uma denúncia formal seja protocolada na Casa, o caso será encaminhado ao Conselho de Ética, que ficará responsável por analisar a situação e adotar as medidas cabíveis. “Pode ter certeza, o que vier a ser denunciado, irá para o Conselho de Ética e o Conselho de Ética irá tomar as providências necessárias”, declarou o presidente.

Durante a manifestação, o vereador destacou que acusações dessa natureza exigem provas consistentes para que tenham validade. Ele ressaltou que, nos próprios vídeos divulgados, Ingrid afirma não apresentar evidências, o que, segundo ele, enfraquece a credibilidade das denúncias.

Muniz disse que é a primeira vez que se depara com uma acusação nessas condições, que envolvem acusações graves sem fundamentação. Para ele, a ausência de provas impede que o conteúdo divulgado gere suspeitas concretas. “Ela diz que não há provas, imagine, se todas as pessoas que forem acusar, sem provas, é algo que eu vi pela primeira vez”, disse presidente da Casa.

Gabriela Encinas
Jornalista nascida em Salvador, com origens em Xique-Xique, no interior da Bahia, e com cidadania espanhola. Já trabalhou na produção da Band Bahia TV, atuou como repórter de Política no site Taktá e no site Panorama da Bahia.

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