Muniz rechaça confusão na Alba e não descarta punição a vereadores ‘brigões’

    Presidente da Câmara de Salvador criticou recentes episódios de bate-boca entre deputados em Brasília e na Assembleia Legislativa

    Foto: Jorge Jesus/bahia.ba

    O presidente da Câmara Municipal de Salvador, Carlos Muniz (PSDB), afirmou nesta sexta-feira (21) não descartar a adoção de medidas regimentais para punir vereadores que se envolverem em brigas no plenário da Casa.

    Muniz falou sobre o tema ao ser questionado pelo bahia.ba sobre recentes episódios de bate-boca ocorridos na Câmara de Deputados, em Brasília, e na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).

    “Pode ter certeza que o que está havendo nas outras Casas Legislativas, se houver na Câmara, pode ter certeza que vamos tomar providencias para que não haja. Não somos a favor da intriga, da briga entre parlamentares. Somos a favor de que os parlamentares discutam para beneficiar a vida do povo de Salvador”, disse ele, durante agenda ao lado do prefeito Bruno Reis (União Brasil) no bairro de Sussuarana.

    “Na realidade, eu espero que os vereadores façam o que o povo espera que eles façam: que é trabalhar para melhorar a vida do povo a cada dia. Eu acho que discussões no plenário da Câmara são para beneficiar a vida do povo. Eu não vejo outras discussões. Pelo menos eu, como vereador e presidente da Câmara, nunca tive nenhum problema em relação a discutir coisas que venham beneficiar a população”, acrescentou Muniz.

    Na semana passada, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou um requerimento de urgência para o projeto que permite a suspensão cautelar do mandat ode parlamentar que seja alvo de representação por quebra de decoro.

    A proposta foi apresentada pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), após André Janones (Avante-MG) e Nikolas Ferreira (PL-MG) trocarem xingamentos e ameaçarem se agredir fisicamente.

    Na Alba, a contenda foi protagonizada entre os deputados Marcelino Galo e os bolsonaristas Diego Castro e Leandro de Jesus, ambos do PL,