Nilo no TCM: ‘ele pode pleitear, mas se eleger é outra história’

    O pleito tende a ocorrer, no máximo, até o início de março

    Foto: Izis Moacyr/ bahia.ba

     

    Após ser preterido da gestão do prefeito Bruno Reis (UB) e da arrumação do próprio partido para acomodá-lo na Câmara Federal, os ventos não sobram a favor do republicano Marcelo Nilo. Com a nova tese de que buscará ser indicado para a presidência do Tribunal de Contas do Município (TCM), a declaração de um aliado ouvido pelo bahia.ba foi de que “ele pode pleitear, mas se eleger é outra história”. Ele se referia a mudança de lado de Nilo para apoiar a eleição ao governo do estado do ex-prefeito ACM Neto (UB), que não teve sucesso, e que nessa empreitada a base governista é maioria e que, partindo pelo pressuposto de apoios sempre tende a levar a melhor.

    “Afinal, são os 32 deputados que elegem, maioria da base do governador Jerônimo Rodrigues, aliados de primeira hora do ministro da Casa Civil de Lula, ex-governador Rui Costa, ambos petistas, e, consequentemente, os nomes ligados a eles, de forma natural, tem muito mais chances. Afinal, não podemos esquecer que num embate desse porte o governo é sempre grande”, sintetizou. A reportagem tentou entrar em contato com Nilo sem sucesso.

    Outro deputado , no entanto, não deixou de lembrar que o atual integrante do Republicanos foi presidente da Assembleia Legislativa por 10 anos e que, apesar de difícil, a eleição é secreta. “E, existe uma máxima na política de que nada é impossível”, frisou. Entre os nomes lembrados estão os Alex Lima (Podemos), Fabrício Falcão (PCdoB) e do deputado federal Sérgio Brito (PSD). Novidades ainda podem surgir. O pleito tende a ocorrer no máximo até o início de março.