‘O que vale é o voto’, diz Valmir Assunção sobre queda da popularidade de Lula

    Deputado federal esteve presente na saída Ilê Aiyê, no bairro do Curuzu, em Salvador

    Foto: Jorge Jesus/bahia.ba

     

    O deputado federal Valmir Assunção (PT) comentou, neste sábado (1º), sobre a queda da popularidade do presidente Luiz Inácio Lula (PT) no Nordeste e declarou que pesquisas não determinam eleição, mas sim o voto do eleitor.

    Segundo o petista, o Brasil sabe da força do presidente e no momento que ele entrar nas discussões sobre 2026, a vitória será confirmada. “Nós estamos em um país muito polarizado. Nós temos uma série de ministros que os projetos deles individuais, não são coletivos. Mas todos nós sabemos da força do presidente Lula. No momento que ele entrar em campo para discutir as eleições, é lógico que vamos ganhar”, afirmou durante participação na saída do Ilê Aiyê, no bairro do Curuzu, em Salvador.

    O parlamentar ponderou que neste momento a responsabilidade dos aliados de Lula é de entregar serviços para a população e dar continuidade nos debates voltados para as políticas públicas na Câmara dos Deputados e Senado Federal.

    “Eu acho que neste nós, neste ano, temos uma responsabilidade de entregar serviço, fazer com que nós possamos ter a unidade no campo da esquerda e centro-esquerda. Isso é fundamental. Nós temos que avançar nos debates da PEC 6×1, na reforma agrária e nas políticas sociais. Acho que pesquisa, tanto a nacional quanto a daqui da Bahia, nós temos que analisar, mas o que vale na eleição é o voto do eleitor. É isso que determina porque pesquisa é uma coisa de momento”, disse.

    Valmir Assunção também rebateu as críticas que a comunicação da Presidência tem recebido nas últimas semanas. Para ele, a comunicação não é feita por uma pessoa, mas sim uma comunidade. Atualmente, a Secom é comandada pelo baiano Sidônio Palmeira, que substituiu Paulo Pimenta.

    “A comunicação não é a mudança de uma pessoa. Sidônio é muito capaz, Pimenta também era. A minha questão não é essa, é a forma de você contagiar as pessoas para o programa, para o debate, para as pessoas defenderem o governo. É mais do que uma pessoa, é um movimento em todo o Brasil em defesa da democracia, mostrando para sociedade que o caminho que nós temos e aprofundar cada vez mais as políticas públicas”, pontuou.