O que vem por aí? Liderança do PT projeta os próximos passos na Bahia

    Éden exalta legado de 20 anos e manda aviso sobre o destino do partido

    Foto: Vinícius Magalhães

    O secretário Nacional de Comunicação e ex-presidente do PT Bahia, Éden Valadares, disse nesta terça-feira (3) que o Partido dos Trabalhadores já projeta a manutenção de sua trajetória de investimentos e a consolidação de seu projeto político no estado para os próximos anos.

    O dirigente reafirmou que a sigla continuará empenhada em ser referência de gestão para o país, ancorando o planejamento futuro na unidade interna e na força de suas principais lideranças regionais e nacionais.

    Ao tratar dos próximos passos da legenda, Valadares destacou a articulação estratégica para a continuidade dos trabalhos no estado e em Brasília.

    “Seguiremos nessa toada. Com a confiança da nossa militância, a orientação de Jaques Wagner, o trabalho de Rui Costa e a condução de Jerônimo Rodrigues, nossa caravana da mudança continuará transformando para melhor a qualidade de vida do povo baiano, sem ligar para ladrados, ganidos, rosnados ou latidos. E sempre que o Presidente Lula ou o PT precisarem, estaremos aqui. Como estou em Brasília, aliás.”, declarou.

    PT na Bahia

    Para embasar a projeção, o dirigente citou os números das últimas eleições no estado. “Em todos os segundos turnos que disputamos nacionalmente entre 2006 e 2026 a Bahia deu gigantescas margens de vitória para o PT. Com Dilma, 70,8% e 70,1%; com Haddad, 72,7%; e para Lula já demos 71,3%, 72,1% e 78,1% dos votos válidos”, pontuou.

    Valadares também mencionou o retrospecto dos 20 anos de gestão petista, destacando a ampliação de rede de água, energia, escolas em tempo integral, 27 policlínicas e mais de 40 hospitais.

    “Apesar das limitações e contradições, o saldo de conquistas e avanços que a sociedade baiana conquistou ao longo destes 20 anos de governos do PT é inquestionavelmente positivo. Em algumas áreas, retiramos a Bahia do Século XIX. Noutras tantas estamos na vanguarda do Século XXI quando comparamos com outros Estados”, concluiu.