PGR descarta fato concreto em relatório da Defesa e rejeita investigar urnas

    Para a cúpula da instituição, as observações levantadas pelos militares devem ser consideradas apenas para eventuais aperfeiçoamentos do sistema

    Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) entende que não há no relatório do Ministério da Defesa sobre a fiscalização das eleições fato concreto que justifique a abertura de uma apuração sobre as urnas eletrônicas.

    De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, para a cúpula da instituição, as observações levantadas pelos militares devem ser consideradas apenas para eventuais aperfeiçoamentos futuros do sistema eletrônico de votação.

    Segundo o entendimento da  Procuradoria, o documento não serve como argumento a ensejar revisão do processo eleitoral encerrado no dia 30 de outubro, quando Lula (PT) derrotou o presidente Jair Bolsonaro (PL).