PGR quer investigação conjunta contra Temer, Padilha e Moreira

    Ex-presidentes e ministros respondem a inquérito que apura o repasse de R$ 14 milhões da Odebrecht a políticos do MDB

    Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

    A Procuradoria Geral da República (PGR) defendeu, nesta quinta-feira (10), que a investigação contra o ex-presidente Michel Temer e os ex-ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco seja conjunta, no inquérito que apura o repasse de R$ 14 milhões da Odebrecht a políticos do MDB.

    O documento foi enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e é assinado pela procuradora-geral, Raquel Dodge.

    Em 2018, o ministro Edson Fachin, relator do caso na Corte, atendeu a um pedido da PGR e determinou a suspensão da investigação sobre Temer até o fim do mandato. Ele ainda enviou os trechos sobre Moreira e Padilha para a Justiça Eleitoral de São Paulo. Moreira Franco, contudo, questionou a decisão.

    Desde que as investigações sobre o caso começaram, as defesas de Temer, Padilha e Moreira negam qualquer irregularidade por parte dos políticos.