PMDB à beira de um ataque de nervos com caso Geddel

    Entre os quatro estaduais do PMDB baiano, Luciano Simões Filho e Hildécio Meirelles defendem uma repaginada radical no leque de lideranças do partido

    Um deputado peemedebista deu um giro pelo interior na semana passada e voltou dizendo-se supreendido com o estrago que os R$ 51 milhões de Geddel fez na legenda. A rejeição popular é forte.

    Se ele fizesse o mesmo périplo esta semana, a situação seria pior, já que a PF tentar rastrear a origem do dinheiro e chega às primeiras conclusões: parte de veio do esquema de propinas comandado pelo doleiro Lúcio Funaro.

    Aliás, Funaro diz que uma das malas entregou ao próprio Geddel, em mãos, num dos hangares do aeroporto de Salvador.

    Entre os quatro estaduais do PMDB baiano, Luciano Simões Filho e Hildécio Meirelles defendem uma repaginada radical no leque de lideranças do partido. Pedro Tavares, o presidente em exercício, e Leur Lomanto, preferem deixar como está

    Mais tempero

    Para botar mais pimenta no tempero, o PMDB nacional em nada anima o de cá, pelos maus exemplos.

    Geddel, Eduardo Cunha e Henrique Alves, caciques do partido que estão presos, estão. A senadora Kátia Abreu, de Goiás, ontem foi expulsa sob a acusação de ter ferido o Código de Ética do partido.

    O crime dela: atacar Temer. E dizer que ‘O PMDV deveria tomar cuidado para não virar uma Orcrim’.

    Orcrim é Organização Criminosa.