Prefeito admite como pauta nº 1, busca por subsídio para o transporte público

    Segundo ele, ida a Brasília, logo após o carnaval, já está na agenda

    Foto: Gabriela Araújo/bahia.ba

    O prefeito Bruno Reis (UB) admitiu como pauta nº 1 no Congresso, luta pela aprovação do projeto de lei que prevê o subsídio do governo federal para o transporte público urbano. Segundo ele, tão logo passe o carnaval e as atividades voltem a normalidade ele irá à Brasília debater o tema. A proposta, se aprovada destinará R$ 5 bilhões para financiar a gratuidade oferecida a idosos no sistema.

    “É bom termos uma excelente relação com Arthur Lira [presidente da Câmara Federal e Rodrigo Pacheco [presidente do Senado], afinal eles apreciarão matérias importantes ao longo desse ano. Eles dois participaram, por exemplo, da luta pelo subsídio do transporte público em 2022 e nós seguiremos com essa cruzada em 2023. Essa será a pauta prioritária das grandes e médias cidades do país e, tão logo passe o carnaval e os trabalhos no Congresso retome a normalidade nós vamos à Brasília tentar sensibilizar as autoridades de que o transporte público precisa de um apoio permanente para a gente ter condições de seguir melhorando e oferecendo um serviço de melhor qualidade para a população”, destacou, durante cerimônia de abertura do ano letivo da rede municipal de ensino de Salvador, no Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Castro Alves, no bairro do Imbuí.

    Reis ainda considerou como importante para os município o debate sobre a reforma tributária. “Também tem aspectos importantes da reforma tributária que interessam muito aos municípios. Os municípios não podem mais perder arrecadação. Hoje, houve uma versão na base da pirâmide, a arrecadação maiores dos municípios perdeu essa importância, a maioria se concentra no governo federal, enquanto os municípios passou a receber mais atribuições, mais responsabilidade e isso dificulta a prestação do serviço. Então, vamos nos mobilizar para que a reforma possa representar a ampliação da arrecadação e não a perda”, pontuou.