Rui Costa defende novas universidades federais no governo Lula

    O ex-governador lembrou a expansão da rede federal de ensino superior durante os governos de Lula e Dilma Rousseff

    Foto: Ricardo Stuckert/ Divulgação

    Um novo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá abrir espaço para a criação de novas universidades federais no interior da Bahia, segundo o candidato ao Senado Rui Costa (PT). Em entrevista à Rádio Princesa FM, nesta terça-feira (1º), o petista declarou apoio à reivindicação por uma universidade federal em Feira de Santana e citou outras regiões que também pleiteiam novas instituições.

    “Agora, com o novo mandato do presidente, abre-se a oportunidade de a gente ampliar o número de universidade, aí sim, terá meu apoio”, afirmou Rui Costa.

    Na sequência, o candidato mencionou demandas de diferentes regiões do estado. “Tem o Portal de Feira [que] requisita universidade, a Chapada pede universidade, o Litoral Norte pede universidade. Isso é bom porque as pessoas estão solicitando para estudar, para se formar, para melhorar o futuro da Bahia e de suas famílias”, acrescentou.

    Rui atribui expansão anterior a Lula e Dilma

    Durante a entrevista, Rui Costa lembrou a expansão da rede federal de ensino superior durante os governos de Lula e Dilma Rousseff. Segundo o ex-governador, a Bahia passou de uma para seis universidades federais, com unidades instaladas em diferentes regiões.

    “Nós somos gratos ao presidente Lula, que foi o único que enxergou que a Bahia precisava de mais universidades”, afirmou.

    Rui também explicou que, na avaliação dele, a prioridade do governo federal nos últimos quatro anos foi concluir obras de estruturas universitárias que estavam paralisadas. Entre os equipamentos citados estão laboratórios, refeitórios e pavilhões de aulas.

    “A Universidade do Oeste, a Universidade do Sul da Bahia, que foram criadas por Lula e Dilma, eles paralisaram as obras de laboratório, as obras de refeitório, os pavilhões de aulas. Então, nesse período de quatro anos do Lula, ao invés de criar novas universidades, o presidente Lula, obviamente, preferiu investir na conclusão dessas obras. Você não podia ficar funcionando universidades sem laboratório, universidade sem refeitório para os estudantes, universidade sem auditório”, disse.

    Ao falar especificamente sobre Feira de Santana, Rui destacou o tamanho da população e a localização do município como fatores que podem favorecer a cidade na disputa por novos investimentos federais. “Feira, lógico, pelo tamanho da sua população, pela posição estratégica, Feira sempre tem uma oportunidade, uma vantagem grande em relação a outros municípios”, afirmou.