Rui liga avanços sociais na Bahia a alinhamento entre Jerônimo e Lula

    Candidato ao Senado afirma que parceria entre governos estadual e federal impulsiona dados sociais

    Rui, Jerônimo, Lula e Wagner

    O candidato ao Senado Rui Costa (PT) comentou, nesta terça-feira (22), sobre os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e de órgãos federais que apontam redução nas taxas de pobreza, extrema pobreza e desigualdade de renda na Bahia, além do aumento no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do estado.

    Segundo o levantamento, o percentual da população baiana em situação de pobreza ficou em 35,7%, enquanto a extrema pobreza atingiu 5,7%. Em 2012, os índices eram de 55,7% e 14,6%, respectivamente. O IDH da Bahia, que avalia saúde, educação e renda, passou de 0,684 em 2012 para 0,759 na medição atual.

    Já o coeficiente de Gini, que mede a desigualdade de renda, registrou o índice de 0,466, ante 0,562 em 2012. O indicador apresentou queda contínua nos anos anteriores, marcando 0,507 em 2022, 0,485 em 2023 e 0,477 em 2024.

    Rui Costa avalia avanços

    Ao avaliar os números, o ex-ministro da Casa Civil declarou que o resultado está relacionado ao trabalho conjunto entre as esferas federal e estadual.

    “Esses avanços mostram que, quando Bahia e Brasil trabalham juntos, os resultados aparecem na vida das pessoas. O presidente Lula retomou e ampliou políticas públicas fundamentais, e o governo Jerônimo Rodrigues tem feito essa parceria acontecer na Bahia. É essa união, com investimento, planejamento e trabalho, que permite melhorar os indicadores sociais e transformar a vida do nosso povo”, afirmou Rui Costa.

    O candidato também argumentou que a manutenção dessa articulação é importante para a sequência das ações no estado.

    “A gente sabe que ainda há muito a fazer, mas esses números mostram que estamos no caminho certo. Com Lula no Brasil e Jerônimo na Bahia, temos condições de fazer muito mais, levando investimentos e políticas públicas para quem mais precisa”, concluiu.