Segundo o cantor Carlos Pitta, o mercado de jingles desabou

    A gente monta estúdio, tem tudo direitinho, mas não tem clientes

    Carlos Pitta, autor de sucessos consagrados, como ‘Cometa Mambembe’, como tantos outros artistas nos períodos eleitorais, fatura algum dinheiro fabricando jingles para candidatos, mas ele diz que em 2018 o tempo está sendo de vacas magras: até agora só fez quatro, contra 40, ou dez vezes mais, do mesmo período de 2014.

    – A gente monta estúdio, tem tudo direitinho, mas não tem clientes.

    Pitta diz que nestes tempos do uso cada vez mais intensivo das redes sociais, a duração dos jingles também caiu. Antes, nos carros de som, no rádio e na tevê, os artistas podiam se soltar bem mais. Hoje, nem tanto:

    – No máximo um minutinho.