Simões Filho: prefeito eleito prevê corte de R$ 140 mi em quatro anos

    A redução de seis secretarias e a revisão de contratos são a aposta de Dinha (PMDB) na reforma administrativa que será enviada para aprovação da Câmara

    Foto: Divulgação/ Danilo Canuto

    O futuro prefeito de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), que foi diplomado pela Justiça Eleitoral nesta quarta-feira (14), anunciou que a reforma administrativa do município pretende reduzir R$ 35 milhões por ano em gastos com o corte de seis secretarias.

    Segundo Diógenes Tolentino (PMDB), o Dinha, além da redução de pastas e criação de duas novas, o texto da reforma, que está em fase de conclusão e será enviado para a aprovação da Câmara Municipal, prevê a renegociação de contratos e pretende diminuir a quantidade de cargos de confiança na administração pública local.

    Na coletiva, o prefeito eleito anunciou os nomes do advogado, contador e auditor fiscal do Estado, Carlos Roberto de Carvalho para comandar a Secretaria Municipal da Fazenda; para a Administração, foi indicado o vereador reeleito Erivaldo Costa dos Santos; na Habitação, o ex-vereador João Augusto Ribeiro Leal assume a chefia.

    Ao todo, a proposta de reforma administrativa de Dinha contempla 14 secretarias.