Toninho do PSL, a estratégia dos nanicos

    'PSL de hoje não tem nada ver comigo. Nunca aceitei quem tem mandato e quem teve mais de cinco mil votos'

    Antonio Olívio de Oliveira Vasconcelos, o Toninho do PSL, comandou na Bahia o PSL por 12 anos, daí o apelido, até o partido ser tomado por Marcelo Nilo, na época presidente da Assembleia, e ano passado, por Bolsonaro. Ele preferia o PSL pequeninho, quando elegia vereador em Salvador Carlinhos Brasileiro e Zé Trindade com pouco voto.

    — PSL de hoje não tem nada ver comigo. Nunca aceitei quem tem mandato e quem teve mais de cinco mil votos.