‘Trajetória do PT se confunde com a luta pela democracia’, avalia Éden Valadares

    Secretário de Comuniação da legenda marcou presença no evento em comemoração aos 46 anos do partido no Trapiche Barnabé, em Salvador

    Foto: Lula Bonfim/bahia.ba

    O secretário de comunicação do Partido dos Trabalhadores (PT), Éden Valadares, afirmou que a trajetória da legenda “se confunde com a luta pela democracia no Brasil” ao comentar sobre os 46 anos da sigla. 

    “Eu penso que a trajetória do PT se confunde com a luta pela democracia no Brasil. Desde a sua origem, o partido esteve presente nos principais momentos da redemocratização, disputando eleições, governando quando venceu e exercendo o papel de oposição quando foi derrotado, sempre respeitando a Constituição e o Estado Democrático de Direito”, afirmou o secretário. 

    Neste sábado (7) é realizado em Salvador, no Trapiche Barnabé no Comércio, o último dia do evento promovido pelo PT em comemoração ao aniversário da legenda. A agenda contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, lideranças nacionais e estaduais, militantes e movimentos sociais.

    Sobre a fundação do partido, Éden destaca que o PT nasceu do movimento sindical e popular, a fim de dar voz aos trabalhadores. 

    “São 46 anos de luta dando voz e vez àqueles que nunca tiveram chances no Brasil: o povo trabalhador, aquele povo que mais precisa, que antes só tinha como alternativa política partidos formados por ricos ou por barões, e que encontrou no Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras uma representação de si próprio e a chance de construir a história a partir da sua luta, da luta dos movimentos sociais e da luta do movimento sindical”, destacou. 

    O secretário apontou ainda que o retorno de Lula à Presidência representou uma “reconstrução do país” no cenário internacional após o fim do governo de Jair Bolsonaro (PL).

    “Chegamos também com energia para falar de futuro. Vivemos três anos do presidente Lula reconstruindo o nosso país, reconstruindo o posicionamento do Brasil no cenário internacional, depois de o Brasil ter virado pária durante o governo do ex-presidente, condenado e preso a 27 anos pelos crimes cometidos contra a nossa democracia”, acrescentou.