Bruno comenta novo decreto estadual e reforça sobre festas de rua: Sempre esteve proibido

    Prefeito reiterou ainda que os números de casos ativos da Covid-19 e de ocupação dos leitos de UTI adulto e pediátrico ainda são preocupantes, mesmo que apresentando queda nos últimos dias

    Foto: Mattheus Miranda/bahia.ba

    O prefeito Bruno Reis comentou nesta terça-feira sobre o novo decreto anunciado pelo Governo do Estado em que proíbe festas e eventos de rua no estado durante o Carnaval e mantém a validade até 2 de março da autorização para a realização de eventos e atividades com a presença de público de até 1.500 pessoas.

    Segundo o prefeito, a medida só reforça o que já estava em vigor, como a realização de eventos nas áreas públicas da cidade.

    “Primeiro que essas decisões a respeito de eventos sempre ficaram a cargo do Governo do Estado. Permanece como era antes o decreto de 1,5 mil pessoas para eventos em ambientes que você pode exigir os cumprimentos de protocolos. Sempre esteve proibido a realização de eventos nas áreas públicas. A medida em que a gente ia sendo acionado, tinhas as denúncias, a Prefeitura vinha e fazia a apreensão dos equipamentos, autuava os responsáveis. É óbvio que em uma cidade de 3 milhões de habitantes…eu sempre disse que poderia ocorrer um ou outro evento isolado que não chegasse ao nosso conhecimento. Mas todos que chegaram, desde o início da pandemia, a prefeitura sempre autuou e tomou as medidas cabíveis”, explicou.

    Bruno reiterou ainda que os números de casos ativos da Covid-19, tal como o número de ocupação dos leitos de UTI adulto e pediátrico ainda são preocupantes, mesmo que apresentando queda nos últimos dias.

    “O decreto reforça o que já estava proibido e ressaltando, expressamente, que no período do Carnaval, que não dá para realizar aglomerações. Ainda estamos, muito possivelmente, saindo da terceira onda. Os números ainda são elevados, percentuais de ocupação de leitos UTI adultos e pediátrico, apesar de estarem em queda. Mas, efetivamente, nos próximos 15 dias nós não vamos ter um cenário para celebrar ou flexibilizar medidas, tendo em vista que os números são altos, apesar de estarem em queda”, pontuou o prefeito.