‘Caso de polícia’, afirma Bruno sobre protesto dos rodoviários na segunda-feira (14)

    Categoria cobrou pagamento das indenizações dos ex-funcionários da CSN; durante ato no Campo Grande, pneus dos coletivos foram furados

    Foto: Mattheus Miranda/bahia.ba

    Os protestos de rodoviários e ex-funcionários da concessionária CSN, realizados na segunda-feira (15), foram classificados como “caso de polícia” pelo prefeito de Salvador, Bruno Reis. Segundo o chefe do executivo, 42 veículos foram denificados e 30 chaves sumiram.  O ato cobrou o pagamento de indenizações para antigos os trabalhadores da concessionária, que quebrou e chegou a sofrer intervenção pelo Executivo municipal.

    “Não adianta fazer isso. Não vai mudar em nada, porque a prefeitura não tem o que fazer, a população não tem o que fazer. Estão procurando chamar atenção de forma equivocada”, afirmou Bruno, em conversa com a imprensa nesta terça-feira (15).

    O gestor relatou que recebeu uma comissão da categoria na semana passada e negocia a venda de terrenos – entregues pela prefeitura à CSN pela prefeitura em acordo para o pagamento das parcelas trabalhistas. Segundo ele, a prefeitura também conversa com a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego visando o pagamento do seguro desemprego.

    Bruno Reis reforçou o entendimento de que o Executivo municipal cumpriu com tudo o que poderia fazer no caso. “O sindicato não está participando disso. É contrário a estas manifestações, até porque o sindicato sabe que a prefeitura já cumpriu sua parte no acordo”.  Ainda na entrevista, Bruno disse que compreende a dificuldade dos trabalhadores, mas espera ação rigorosa da Polícia sobre os protestos no Campo Grande.

    “Nada justifica você danificar equipamentos, ainda mais em ano de pandemia. Estamos sofrendo por falta de ônibus”, acrescentou ele. “Quem é que paga esse preço? É a população, que tem que andar de ônibus mais lotados, correndo risco maior ainda”.

     

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