Publicado em 07/01/2017 às 15h30.

Familiares de ex-dançarino morto a tiros em boate fazem protesto

Com cartazes e camisas estampadas com a foto de Marcelo, o grupo fez uma oração no local e pediu justiça

Redação
Foto: Alessandro Portugal/Arquivo pessoal
Foto: Alessandro Portugal/Arquivo pessoal

 

Um protesto organizado por familiares e amigos do ex-dançarino Marcelo Tosta, que foi morto dentro do Coliseu do Forró, em dezembro de 2016, aconteceu em frente à casa de show, em Patamares, na manhã deste sábado (7). Com cartazes e camisas estampadas com a foto de Marcelo, o grupo fez uma oração no local e pediu justiça.

“A casa de shows continua funcionando normalmente. Não tem câmeras, o alvará de funcionamento é irregular, continua o povo entrando armado. Mesmo no dia seguinte ao crime a casa funcionou”, disse Alessandro Portugal, amigo da vítima ao site G1.

A assessoria do estabelecimento divulgou nota oficial onde nega as acusações. “O Coliseu do Forró informa que sempre teve alvará de funcionamento, e todos os itens exigidos em Salvador. Depois do ocorrido, a casa só abriu apenas duas vezes para eventos terceirizados. Quantos às câmeras de segurança, no dia do crime a casa tinha retirado por causa do alto índice de salinidade do local, que danifica a cada três meses o equipamento, e já foi recolocada. Há três semanas a casa não funciona, diferentemente do que foi dito”, diz o texto.

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