Publicado em 02/07/2026 às 11h31.

Felipe Freitas avalia 2 de Julho como marco de direitos humanos e celebra sanção de lei

Em entrevista durante cortejo em Salvador, Felipe Freitas citou conexão com manifestações populares e reconhecimento federal à Independência da Bahia.

Aline Gama / Neison Cerqueira
Foto: Neison Cerqueira/bahia.ba

O secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia, Felipe Freitas, em entrevista durante o desfile cívico do 2 de Julho, realizado nesta quinta-feira (2), comentou a relevância da data para o estado e para o país, além de destacar a sanção, na véspera, da lei que reconhece a celebração como patrimônio histórico e cultural do Brasil.

Ao ser questionado sobre o significado da manifestação popular, Freitas afirmou: “Uma oportunidade da gente atualizar o nosso compromisso com a luta com os direitos humanos, com a luta com a liberdade, para poder também ter conexão com as manifestações populares”. Ele também comentou sobre as manifestações ocorridas na data: “O pessoal faz crítica, faz elogio, o reivindica, isso é parte da tradição da festa e é muito bom. Nós estamos muito felizes, né?”

O secretário mencionou a aproximação do período eleitoral e avaliou o momento como oportuno para balanço da gestão. “Estamos chegando perto do período eleitoral, onde a gente vai fazer balanço daquilo que a gente fez. Estamos muito animados com esse período que vai vir, porque acho que temos muito para apresentar para a Bahia e para o Brasil do governo do governador Jerônimo [Rodrigues] e do presidente Lula”, declarou.

Freitas também se referiu à lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na quarta-feira (1º), que confere caráter nacional à data de 2 de Julho, ele afirmou: “Quando o governador Jaques Wagner [2007 – 2014] decidiu dar um hino para a Bahia, reconhecer e trabalhar pela data magna do 2 de julho, a gente deu essa tradição secular uma outra importância. E isso se conclui agora com o reconhecimento dessa data em caráter nacional”, afirmou.

Ao encerrar a fala, Freitas afirma estar feliz com o reconhecimento. “É o jeito que nós acreditamos que essas datas, que essas manifestações populares devem ser trabalhadas, como patrimônio do povo e como patrimônio do país. Essa é a nossa crença, então nós estamos muito felizes com esse reconhecimento do congresso e do presidente Lula”, concluiu.

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