Jorginho Ramos, referência no jornalismo baiano, morre aos 68 anos

    Corpo dele será cremado na sexta-feira (5), no Cemitério Bosque da Paz, na capital

    Imagem: Reprodução/TV Aratu

    O jornalista baiano Jorge Ramos morreu nesta quinta-feira (4), aos 68 anos. Ele sofria com problemas cardíacos. O corpo dele será cremado na sexta-feira (5), no Cemitério Bosque da Paz, em Salvador. As informações são do portal g1.

    Natural de Ipirá e criado em Cachoeira, no recôncavo baiano, ele fez carreira em diversos veículos da capital.

    Jorginho, como era mais conhecido, trabalhava atualmente no Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB). Ele foi eleito diretor da Biblioteca Ruy Barbosa para o biênio 2024-2025.

    Antes, acumulou passagens pela TV Bahia, TVE, TV Aratu, Bandeirantes e TV Santa Cruz, em Itabuna, além do jornal Diário de Notícias.
    Jorginho também presidiu o Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), como lembra sua biografia disponível no portal da editora Solisluna.

    Além de jornalista, Jorginho era professor, tendo lecionado na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Ufba) — escola onde se graduou —, na Faculdade 2 de Julho e na Faculdade de Turismo da Bahia.

    No setor institucional, atuou ainda como subsecretário de Comunicação da Prefeitura de Salvador e assessor de imprensa em diversos espaços, como o Teatro Castro Alves (TCA) e o Instituto do Meio Ambiente.

    Jorginho deixa esposa e dois filhos.