‘Mais velho que nós, só a estátua de Castro Alves’, diz Alavontê

    Com a recém saída de Manno Góes, o bahia.ba questionou o Alavonté sobre a imagem do contrabaixista que se mantém nas fotos de divulgação do grupo

    Foto: Roberto Vianna/ Bahia.ba

    Primeira atração do Réveillon Salvador 2017, o Alavonté de Ricardo Chaves, Magary Lord, Jonga Cunha e Ramon Cruz recebeu a imprensa para uma entrevista coletiva no início da noite desta quarta-feira (28). Conhecido por entoar os maiores clássicos do axé, Jonga definiu o grupo como “uma homenagem ao movimento e a própria história dos membros da banda”. “A estátua de Castro Alves é a única coisa em Salvador mais antiga que nós”, brincou.

    Com a recém saída de Manno Góes, o bahia.ba questionou o Alavonté sobre a imagem do contrabaixista que se mantém nas fotos de divulgação do grupo. “Já temos foto de divulgação. O afastamento do Manno foi só do palco, isso é fato. Inclusive se você olhar na divulgação oficial não tem foto porque a gente sempre optou por isso, mesmo com a luta da nossa assessora pelo contrário(risos). A gente preferia que fosse nosso símbolo, nossa marca. Não queremos personalizar o Alavonté”, explicou.

    Sobre a crise do Axé e a consolidação de outros ritmos durante os festejos, Jonga foi categórico: “Salvador sempre foi um caldeirão pop que tocou musica atual. Eu não gosto de censura. Todos os movimentos musicais da história têm ápices e momentos mais baixos. É um vai e vem natural”.

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