O tríduo preparatório para a Festa da Epifania do Senhor – Festa de Reis, iniciado na última quinta-feira (2), será encerrado neste sábado (4), com missa realizada às 19h30 na Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Lapinha). O tema central deste ano é “Cristãos, vinde todos!”.
No domingo (5), a comunidade participará de uma programação especial, que terá início com a missa às 7h30. Já às 11h30 será servido o almoço, e às 18h será celebrada a Missa Solene, seguida, por volta das 19h, da bênção das barracas e a queima das palhas do presépio.
Também neste dia acontecerá o desfile dos tradicionais Ternos de Reis, que sairão da matriz, seguirão até a Soledade e retornarão para a Matriz onde aguardarão outros Ternos de Reis de paróquias da Arquidiocese de Salvador.
No dia festivo, 6 de janeiro, haverá a alvorada às 6h e missa com batizados às 7h30. O ponto alto da festa será a missa presidida pelo capelão da Marinha, padre Érico Pitágoras, às 19h.
Todas as noites os fiéis serão convidados a realizar um gesto concreto por meio da doação de copos descartáveis, produtos de higiene pessoal e de limpeza, alimentos não perecíveis e cobertores, que serão destinados para pessoas carentes.
Festa dos Santos Reis
A Solenidade da Epifania do Senhor, também conhecida como “Dia de Reis”, ou “Dia dos Santos Reis”, comemorado em 6 de janeiro, tem origem na tradição católica que lembra o dia que Jesus Cristo, recém-nascido, recebeu a visita de três Reis Magos: Belchior, Gaspar e Baltazar, vindos do Oriente, guiados por uma estrela.
Os três Reis Magos levaram a Jesus ouro, incenso e mirra, que representam as três dimensões de Cristo: a realeza, a divindade e a humanidade (o óleo da mirra servia para embalsamar os mortos).
Tais presentes simbolizam, ainda, o futuro da missão de Jesus. A intenção dos evangelistas ao mostrar os magos vindos do Oriente foi ensinar que o Cristo veio não apenas para o povo de Israel, mas para todos os povos e nações do mundo.
A festa popular – também conhecida como Folia de Reis – foi trazida ao Brasil pelos colonizadores portugueses e até os dias atuais é tradição em regiões como o Nordeste, São Paulo e Minas Gerais.

