Prefeitura diz que terreno vendido a deputado era ocupado de forma irregular

    Moradores protestam sob argumento de que é área verde, mas a prefeitura 'esclarece que o local era ocupado de forma irregular por autoescolas, ou seja, não se tratava de área verde’

    Foto: Associação de Moradores da Rua Anísio Teixeira

    Em nota divulgada nesta segunda-feira (26), a prefeitura de Salvador afirma que o terreno no Itaigara vendido ao presidente do PSDB na Bahia, deputado federal João Gualberto, era ocupado de ‘forma irregular’.

    Resposta se dá à manifestação de moradores do bairro (nesta manhã) contra a venda do espaço na Rua Anísio Teixeira, sob argumento de que era área verde. Mas ‘a Prefeitura esclarece que o local era ocupado de forma irregular por autoescolas, ou seja, não se tratava de área verde’, segundo a nota enviada pela Secretaria de Comunicação.

    ‘Antes da venda do terreno pela Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz), após aprovação da Câmara de Vereadores e com o aval do Ministério Público do Estado (MP), o terreno foi vistoriado pela Secretaria Municipal de Cidade Sustentável e Inovação (Secis), que concluiu pela descaracterização da área e não utilização para qualquer finalidade pública’, argumenta a prefeitura.

    O deputado João Gualberto pagou R$ 20 milhões pelo terreno onde vai construir mais uma loja de sua rede de supermercados, a Hiper Ideal.