Requalificação na Silveira Martins irá recuperar arborização na região, diz Scofield

    Presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF) destaca que alterações na via seguem três pontos: acessibilidade, trânsito e vegetação

    Foto: Jorge Jesus/bahia.ba

    A presidente da Fundação Mário Leal Ferreira (FMLF), Tânia Scofield, destaca em entrevista à imprensa que o início da requalificação da Rua Silveira Martins, na região do Cabula, em Salvador, além do trânsito, trará a recuperação da arborização para resgatar “o que foi o Cabula antigamente”.

    Para jornalistas na manhã desta quarta-feira (18), Scofield pontua que as obras seguem três pontos: acessibilidade, trânsito e vegetação. “Essa via, que estrutura todo o bairro, é cheia de problemas. Em boa parte não existe passeio ou tem um passeio muito estreito que não comporta e não dá segurança”, disse na assinatura ordem de serviço para o início das obras, na Praça Edgard Santos, no Largo do Saboeiro.

    “O primeiro ponto do projeto é a acessibilidade, seja através do passeio, com rampas, com travessias. Estamos trabalhando também com a segurança nos pontos de ônibus para o pedestre. O outro ponto é a questão do trânsito. Acho que nós conseguimos resolver todos os pontos de conflitos resultados de conversões na Silveira Martins”, ressalta a presidente da FMLF. 

    “Claro que alguns pontos são mais críticos e, por isso, nós reduzimos o tempo do semáforo. Outro ponto que tivemos um cuidado especial foi com a questão da arborização. Aqui é era um bairro de chácaras e que se falava que era o melhor clima de Salvador. [A prefeitura] volta com uma urbanização mais robusta para os canteiros centrais que a gente conseguiu preservar e para alguns canteiros que a gente está criando. Conseguimos trazer essa vegetação de árvores para poder recuperar, minimamente, o que foi o Cabula antigamente”, completa.