Rui autoriza construção de 213 casas em localidades do Costa Azul

    Obras terão investimento de mais de R$ 20 milhões e beneficiarão mais de 2 mil pessoas moradores do Paraíso Azul e Recanto Feliz

    Foto: Manu Dias/GOVBA

    O governador Rui Costa (PT) assinou nesta segunda-feira (21) uma ordem de serviço para início da segunda etapa complementar da intervenção nas localidades de Paraíso Azul e Recanto Feliz, no bairro do Costa Azul.

    De acordo com a gestão estadual, serão construídas 213 unidades habitacionais e realizadas 253 melhorias em imóveis da região, que incluem serviços de infraestrutura, como rede de água e esgoto, contenção, drenagem, paisagismo, entre outros.

    As obras terão investimento de mais de R$ 20 milhões e beneficiará mais de duas mil pessoas.

    A previsão é que as intervenções tenham duração de 24 meses. O projeto também contempla a construção de três prédios com 20 apartamentos, um prédio com dez unidades, além de dois villages. Cada imóvel terá 42 metros quadrados, com sala, cozinha, dois quartos, banheiro e área de serviço.

    “O principal patrimônio de qualquer família é o lar. Nossa residência é a nossa base, onde a gente organiza a nossa família e dá segurança aos nossos filhos. Por isso, tenho o prazer e o orgulho de iniciar esta nova etapa de construções e reformas aqui na comunidade. Eu sempre digo que governar é cuidar de gente. E é isso que estamos fazendo aqui. Construindo e reformando unidades habitacionais, melhorando a urbanização de ruas, para garantir uma vida mais digna a essas famílias”, declarou o governador.

    O diretor de Habitação da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado (Conder), Deusdete Fagundes, explicou que as unidades habitacionais são destinadas a moradores das comunidades que vivem em imóveis com situações bastante precárias.

    “É uma intervenção de urbanização integrada em assentamentos precários e envolve serviços de drenagem, pavimentação, além da contenção de algumas encostas para a implantação dos prédios. É importante destacar que essas áreas são bolsões com moradias em péssimo estado. Estamos demolindo essas habitações e as pessoas encaminhadas para o aluguel social”, detalhou Fagundes.