Governo tem sensibilidade e entende que país é desigual, diz secretário Nacional da Habitação

    Alfredo Eduardo dos Santos participou da entrega de casas habitacionais no Subúrbio Ferroviário

    Foto: Bahia.Ba

     

    Presente na cerimônia de entrega de 120 unidades habitacionais na região do Subúrbio Ferroviário, nesta segunda-feira (25), o secretário Nacional de Habitação, Alfredo Eduardo dos Santos, afirmou que o governo federal tem em Salvador “um parceiro” ao falar da gestão do prefeito Bruno Reis (DEM).

    “Nós temos aqui em Salvador alguém que entende que pouco importa qual a coloração [partidária] você é. O que importa é fazer o bem para a sua população, mas muitas vezes a população não sabe o que o governo federal está fazendo”, disse durante discurso ao lado do gestor soteropolitano, secretários e vereadores.

    Segundo Alfredo, que justificou a vinda à capital baiana para prestar contas do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), quando assumiu a gestão federal, cerca de 130 mil unidades habitacionais estavam paralisadas em todo o país.

    “O presidente disse que não poderia construir alguma coisa nova enquanto eu não entrego o que foi contratado e não retomo as obras que foram paralisadas. E isso é respeito pela sociedade brasileira. E foi esse governo que reduziu as taxas de juros do programa para as menores da história. Nunca houve antes na história um programa habitacional com um taxa de juros que custa 4,25% ao ano”, disse, ao informar que o volume de contratos no Norte e Nordeste cresceram 24% nos últimos anos, enquanto o resto do país cresceu 10%. “O governo teve a sensibilidade de entender que ainda temos um país diferente”, defendeu.

    O empreendimento foi contratado através do antigo programa federal “Minha Casa, Minha Vida”, criado no governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT).

    Segundo a prefeitura de Salvador, no total, o Residencial Novo Mané Dendê possui 260 unidades. As 140 restantes estão em análise pela Caixa Econômica Federal.