Secretário diz que ‘não havia de tempo hábil’ para edital do Carnaval do Pelô

    Bruno Monteiro afirmou que foi feita uma busca ativa, sobretudo com quem já participou da festa, na seleção das 115 atrações

    Foto: Mateus Pereira/GOVBA

    O secretário de Cultura do Estado, Bruno Monteiro, relatou na tarde desta quarta-feira (8) que o edital para a escolha dos artistas que vão participar do carnaval no Circuito Batatinha (Pelourinho) não aconteceu por falta de tempo. ” É um modelo que todos preferíamos, mas não havia tempo hábil no início do governo para a gente fazer o edital, então foi feita uma busca ativa”, explicou ele, na coletiva em que o Estado apresenta a grade e a estrutura montada para o Carnaval de Salvador deste ano.

    O titular da Secult acrescentou que a busca valorizou quem já participou da festa e a diversidade de temas. Serão 15 gêneros contemplados, informou, “para que a cultura da Bahia se veja representada, esteja representada no Carnaval.”

    Bruno Monteiro destacou o investimento de R$ 7,6 milhões do Carnaval do Ouro Negro. O projeto, realizado em parceira com a pasta da Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi), vai apoiar 62 agremiações de matriz africana dos segmentos afro, afoxé, samba e reggae. “É o maior investimento da história (no Ouro Negro)”, disse. “Muitas vezes é o único apoio a essas entidades, que são o Carnaval raiz”.