Vice-presidente da ACB defende união da classe produtiva e participação política

    Paulo Cavalcanti ressaltou a importância de a classe produtiva reconhecer sua própria força e atuar de forma convergente

    Foto: Pevê Araújo / bahia.ba

    O vice-presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB), Paulo Cavalcanti, defendeu, durante evento na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), uma maior coesão entre os empreendedores brasileiros e cobrou engajamento do setor produtivo no processo político do país. A declaração foi feita em ocasião das comemorações dos 215 anos da entidade.

    Segundo Cavalcanti, a data não deve ser celebrada apenas como um marco histórico, mas como um momento de reflexão sobre o futuro. “Bom, é com celebrar 215 anos da Associação Comercial da Bahia, não podemos celebrar aqui, né, nessa casa maravilhosa da Assembleia, sem a gente, é, pensando no futuro, né”, afirmou.

    O vice-presidente ressaltou a importância de a classe produtiva reconhecer sua própria força e atuar de forma convergente. “A gente precisa entender que a classe produtiva brasileira, ela precisa ter convergência de força e consciência da sua força. Nós somos milhões de empreendedores brasileiros que sustentamos outros brasileiros na nação”, declarou.

    Cavalcanti também destacou a necessidade de uma postura ativa por parte dos empresários diante dos desafios atuais. “Então, a ideia é a gente entender que nós estamos hoje, hoje, precisando mais do que nunca do eu atitude, do eu responsável, do eu transformador, né”, disse.

    O dirigente alertou ainda que a ausência de participação do setor produtivo no debate democrático pode comprometer a eleição de representantes alinhados aos interesses do desenvolvimento nacional. “Se a gente não assumir as nossas responsabilidades, começar a participar dentro de um Estado Democrático de Direito, a gente não vai conseguir eleger representantes que defendam as pautas que são fundamentais e indispensáveis para o crescimento do Brasil”, afirmou.

    Ao encerrar sua fala, Cavalcanti expressou a expectativa de que as celebrações deixem um legado para os próximos anos da instituição. “É isso que a gente hoje espera que isso seja deixe um marco para mais 215 anos da Associação Comercial da Bahia”, concluiu.