Rondon cai na Codeba, mas Quitéria sobrevive

    Nas gerências, de indicação política, só restou Carlos Henrique Taboada

    Rondon Brandão do Vale, que tomou posse como presidente da Companhia das Docas da Bahia (Codeba), a instituição que pilota os portos de Salvador, Aratu e Ilhéus, em fevereiro de 2018, ainda no governo de Michel Temer, indicado pelo deputado José Rocha (PR), até pensou que ia ficar sob as bênçãos do mesmo padrinho, mas ontem caiu.

    No lugar dele o Ministério da Infraestrutura indicou o engenheiro mecânico José Alfredo de Albuquerque e Silva, já aprovado pelo conselho de administração. A indicação, ao que se diz, foi técnica, para livrar o órgão da ingerência política.

    Já Maria Quitéria balançou, mas não caiu. Saiu da gerência de assuntos estratégicos, mas vai ficar numa diretoria, cargo menor, com o mesmo salário. Nas gerências, de indicação política, só restou Carlos Henrique Taboada, na infraestrutura. O foco está nele: é bolsonarista de quatro costados. E aí?