Assembleia barra o povo, a alma da política, para fugir do corona

    'Fazer política sem povo é meio que tentar reinventar as relações humanas. Mas acreditamos que isso é transitório'

    Foto: Josemar Pereira/ Ag. Haack/ bahia.ba
    Foto: Josemar Pereira/ Ag. Haack/ bahia.ba

     

    Seis Assembleias das 27 do país paralisaram totalmente as atividades, algumas, como Goiás, por 15 dias, outras como Tocantins, por uma semana. Duas decretaram turnão, mas quase todas restringiram o acesso do público. E 100% acham que algo tem que ser feito.

    O balanço aí é dado pela deputada Ivana Bastos (PSB), a baiana que preside a União Nacional dos Legislativos Estaduais (Unale). E ela acha que o caminho adotado pela Assembleia da Bahia é apenas uma opção num cenário ruim:

    — Fazer política sem povo é meio que tentar reinventar as relações humanas. Mas acreditamos que isso é transitório.